sexta-feira, 20 de abril de 2018


Dica cultural gratuita
Non Stop, no SESI Santos

Olá, segue dica cultural gratuita no SESI Santos para esta sexta e sábado, às 20 horas. Para adquirir ingressos, no local, comparecer uma hora antes do espetáculo ou então reservar via internet.


Non Stop, da Cia. Híbrida, se apresenta no Teatro do SESI Santos, nesta sexta (20) e sábado (21), às 20 horas, com entrada gratuita.
A dança urbana e contemporânea são as influências que compõem Non Stop, espetáculo potente e sem paradas.
Non Stop trabalha a relação corpo-máquina. Usando como linha estética a Dança Urbana e Contemporânea, o espetáculo é uma mistura que privilegia as cenas de movimento sem parada. Para compor as metáforas desse movimento contínuo e fluído, o espetáculo se debruça sobre o círculo como elemento principal, presente em diversos passos das danças urbanas, como no estilo Breaking.
A Cia Híbrida, que conta com mais de 10 anos de carreira, foi premiada pela trilogia de espetáculos: Estéreos Tipos, Moto Sensível e Olho Nu, baseados na reflexão sobre o paradoxo Hip Hop e fragilidade.

Serviço:
Non Stop, da Cia. Híbrida
Quando: dias 20 e 21/04, às 20h
Local: Teatro do SESI Santos – Av. Nossa Senhora de Fátima, 366, Jardim Santa Maria
Reserve ingresso: Meu SESI:

quinta-feira, 19 de abril de 2018


Coluna Dicas da Língua Portuguesa
Erros mais comuns no trabalho

Bom dia amigos, pensamento positivo sempre.
Na coluna desta quinta-feira, mais dicas legais de erros mais comuns no trabalho.
Espero que gostem, abraços,
Míriam

Imprimido / Impresso

Erro: Ele havia impresso todos os documentos naquele dia.
Correto: Ele havia imprimido todos os documentos naquele dia.
Explicação: O verbo imprimir tem duas formas de particípio – impresso e imprimido. Com os verbos ter e haver deve-se usar a forma “imprimido”, e com os verbos ser e estar, “impresso”. Ex: Os documentos foram impressos naquela máquina.

Precisa-se /Precisam-se

ErroPrecisam-se de motoristas.
Correto: Precisa-se de motoristas.
Explicação: Nesse caso, a partícula “se” tem a função de tornar o sujeito indeterminado. Quando isso ocorre, o verbo permanece no singular.

 

Há pouco /A pouco

Erro: Os gestores chegarão daqui há pouco.
Correto: Os gestores chegarão daqui a pouco.
Explicação: “Há pouco” indica tempo decorrido. “A pouco” dá ideia de uma ação futura.

Chego / Chegado

Erro: A secretária havia chego atrasada na reunião.
Correto: A secretária havia chegado atrasada na reunião.
Explicação: O particípio do verbo chegar é chegado. Chego é 1ª pessoa do Presente do Indicativo. (Ex: Eu chego na hora do almoço).

 

Entre eu e você / Entre mim e você

Erro: Entre eu e você, há uma sintonia de ideias.
Correto: Entre mim e você, há uma sintonia de ideias.
Explicação: Eu é pronome pessoal do caso reto e só pode ser usado na função de sujeito, ou seja, antes de um verbo no infinitivo, como no caso: “Não há nada entre eu pagar e você usufruir também.”



Senão / Se não

Erro: É melhor ele comparecer, se não irá perder a vaga.
Correto: É melhor ele comparecer, senão irá perder a vaga.
Explicação: Senão significa “caso contrário”. Se não é usado no sentido de condição. (Ex: Se não chover, poderemos sair.)

 

Deu / Deram tantas horas

Erro: Deu dez da noite e ele ainda não chegou.
Correto: Deram dez da noite e ele ainda não chegou.
Explicação: Os verbos dar, bater e soar concordam com as horas. Porém, se houver sujeito, deve-se fazer a concordância: “O sino bateu dez horas.”

 

Chove /Chovem

Erro: Chove reclamações quando há aumento no preço do combustível.
Correto: Chovem reclamações quando há aumento no preço do combustível.
ExplicaçãoQuando indica um fenômeno natural, o verbo chover é impessoal e fica sempre no singular. No sentido figurado, faz-se a flexão verbal.

 

Chegar em /Chegar a

Erro: Os estagiários chegaram atrasados na reunião.
Correto: Os estagiários chegaram atrasados à reunião.
Explicação: Verbos de movimento exigem a preposição “a”. 

terça-feira, 17 de abril de 2018


Pinacoteca do Estado gratuita aos sábados

Bom dia amigos, ótima terça-feira a todos nós.
Para quem quer visita-la e ainda não sabe, a Pinacoteca é gratuita aos sábados e vale a pena conhecê-la, adoro!
Fica a dica.



A Pinacoteca do Estado de São Paulo é um dos mais importantes museus de arte do Brasil e o mais antigo de São Paulo. Fundado em 1905 e regulamentado como museu público estadual desde 1911, ocupa um edifício construído em 1900, no centro de São Paulo.
O espaço tem recebido as principais exposições que chegam à cidade, sem contar as mostras permanentes que ocupam os andares superiores do local. Além de ser um passeio “obrigatório” para todos os paulistas, a Pinacoteca está localizada em um lugar privilegiado: ao lado da Estação da Luz e do Parque da Luz, uma incrível área verde da capital. E o melhor: aos sábados a entrada é gratuita!

Serviço:
Pinacoteca do Estado
Praça da Luz, 2, Luz, São Paulo
Horário: quarta a segunda, das 10h às 17h30
Ingresso: R$6 – grátis aos sábados
Metrô: no local 

segunda-feira, 16 de abril de 2018


Já não me importo

Bom dia amigos, ótimo início de semana.
Para a coluna Cantinho da Poesia desta semana destaco a poesia Já não me importo, de Fernando Pessoa.
Espero que gostem, abraços,
Míriam


Já não me importo

Já não me importo
Até com o que amo ou creio amar.
Sou um navio que chegou a um porto
E cujo movimento é ali estar.

Nada me resta
Do que quis ou achei.
Cheguei da festa
Como fui para lá ou ainda irei

Indiferente
A quem sou ou suponho que mal sou,

Fito a gente
Que me rodeia e sempre rodeou,

Com um olhar
Que, sem o poder ver,
Sei que é sem ar
De olhar a valer.

E só me não cansa
O que a brisa me traz
De súbita mudança
No que nada me faz.

  

Fernando Pessoa
Fernando António Nogueira Pessoa, nascido a 13 de junho de 1888, em Lisboa, Portugal, foi poeta, filósofo, dramaturgo, ensaísta, tradutor, publicitário, astrólogo, inventor, empresário, correspondente comercial, crítico literário e comentarista político português. Dentre sua obra, destacam-se 35 Sonnets; Antinous; English Poems, I, II e III; mensagem e A Nova Poesia Portuguesa, entre outros. 

domingo, 15 de abril de 2018


Conto: O corpo do rio

Bom dia amigos, excelente domingo a todos nós.
O corpo dório é a história que faz parte este mês da Revista Conexão Literatura. Espero que gostem, abraços,
Míriam



             - Um corpo, vejo um corpo preso a um galho! É um corpo, um corpo! – Grita com toda força uma garganta qualquer em meio a tanta gente caminhando na manhã chuvosa de sexta-feira. E o homem aponta para dentro do rio.

            Consegui entender e ver o que acontecia porque me enfiei no meio da multidão que se formou na ponte, que não me recordo o nome, mas que fica bem próxima à Ponte Vecchio, em Firenze, na Itália.

            Olhei ao redor e tudo parou, até mesmo o trânsito para ver o corpo no rio - que depois de dois dias consecutivos de chuva no final de inverno em março - estava cheio, barrento e trazia consigo tudo o que conseguia arrastar: galhos, folhagens etc. E o tronco em questão que trazia um corpo acabou ficando preso em uma das pilastras da ponte.

            Em poucos minutos a polícia tomava conta da cena, isolando a área e com especialistas que entraram na água para retirar o corpo de uma jovem mulher. Vi que a pele era branca e cabelos escuros, mas como entrelaçara-se ao tronco, não se conseguia ver mais que isso, o que aguçou a curiosidade dos presentes e também a minha.



            Assim que cheguei ao hotel Palazzo Vecchio, perto da estação ferroviária liguei a televisão, que mostrou todo o minucioso trabalho da polícia, desde a evacuação das pessoas, o isolamento da área, os profissionais que atuavam na retirada do corpo até as poucas informações do paradeiro da moça, cuja nacionalidade ainda era uma incógnita, já que não era italiana e aparentava uns vinte e poucos anos.

            E o corpo do rio tornou-se o assunto do momento em Firenze, noticiado em todas as emissoras de televisão e jornais impressos. E aquilo me intrigou, já que fotos da moça começaram a aparecer bem nítidas na imprensa. Até que num estalo da mente, achei a jovem familiar.

            - Mas de onde eu a conheço? – Indagava incessantemente até ficar com dor de cabeça de tanto forçar a memória, e a resposta não vinha.

            Passaram-se quatro dias desde o ocorrido com a moça e eu não me importava mais com os noticiários, havia deixado prá lá. E as férias seguiam como a programei quando alguém bate na porta do quarto do hotel. Ao abrir, eram dois policiais e eu os deixei entrar. Me entregaram um mandato de busca e intimação para que eu comparecesse à delegacia, pois queriam o meu depoimento no caso da moça do rio.

            - Mas o que eu tenho a ver com isso, estou passando férias – Indaguei.

            - Você tem a ver mais do que pensa, respondeu-me um dos policiais. – Por favor, nos acompanhe.

            Peguei a mochila com os documentos e passaporte e fui com eles. Eu tremia por dentro e nessas alturas minha cabeça estava a mil por hora.

            Antes de qualquer coisa colheram minha saliva para testes de DNA. Depois fui para uma espécie de interrogatório. Nem sei o que respondi, pois o nervoso era tamanho.

            - Mas porque fui chamado a depor se eu nem conhecia a moça? – Perguntei.

            - Ela era estudante brasileira e tinha 25 anos, estudava arte em Firenzi e foi morta, estrangulada e também encontramos alta dosagem de droga em seu sangue. – respondeu um dos policiais.

            - Nossa que horror, respondi, mas o que eu tenho a ver com isso? – Perguntei-lhe novamente.

            - Colhemos sua saliva para o DNA, pois ela transou com alguém antes de morrer e acreditamos que este homem seja o assassino. Além do mais, após o rosto de Carolina aparecer nos noticiários, recebemos um telefonema anônimo de um homem dizendo que a viu sair da discoteca acompanhada dando alguns detalhes que nos levou até você, respondeu secamente o homem da lei.

            - Não pode ser, isso é uma piada, eu não fui a nenhum lugar esses dias, tudo o que fiz relatei a vocês, e logo o policial cortou minha fala e me dispensou até o resultado do DNA, eu não podia sair do país e nem da cidade. E para onde iria? Não sabia o que fazer e fui direto ao hotel.

Henrique Augusto estava desnorteado e muito contra a sua vontade acabou telefonando ao pai, um grande advogado, que providenciou um voo mais rápido que pode. De tão nervoso após todos os acontecimentos e suspeita de um crime, Henrique não conseguia dormir e tomou um desses comprimidos, aliás, ele tomava sempre essas drogas para dormir quando estava com algum problema.

Uma placa com três letras maiúsculas YAB invadiu o sonho de Henrique, fazendo-o recordar de momentos anteriores ao crime.

- Muitos jovens dançando, bebendo e fumando ao som de DJs renomados e muita curtição. Fui chegando ao balcão para pedir uma bebida e eis que se vira Carolina, a moça morta. Ela trabalhava como garçonete e estava aprontando bebidas a servir, ela sorriu para mim; eu era mais um cliente da noite. Quando voltava para observar a pista de dança, alguém me dá um esbarrão e perco metade do drink, que cai ao chão. O rosto dele, porém, se perde no meio de muitos...

Henrique Augusto é chamado novamente à delegacia, pois a investigação teve outro rumo.

- Senhor Henrique, a autópsia nos revelou detalhes surpreendentes deste caso, uma segunda pessoa está também envolvida e ao que parece deve ser o criminoso, - disse um dos investigadores. E logo que fui chamado meu pai chegara e já estava tomando as providências necessárias sobre o caso, que segundo novas provas, Henrique não era o culpado, e sim, um rapaz que foi noivo de Carolina.

- Agora tudo faz sentido, esse homem me usou para me incriminar, vi isso em meu sonho, ele esbarrou em mim de propósito, depois ficamos conversando e distraído ele colocou alguma droga em minha bebida que me fez esquecer de tudo, nem mesmo me lembro que dormi com a pobre moça, se é que dormi, disse eu ao meu pai.

- Sim dormiu, pois o exame atestou, respondeu o pai.





E logo a polícia conseguiu encontrar o criminoso, que se escondera para fugir no momento oportuno, mas se desesperou e acabou sendo morto pela polícia ao reagir à prisão. Luiz Gustavo, de fato, premeditou todo o crime tentando incriminar outra pessoa. Ele fora noivo de Carolina e nunca se conformou que ela trocou o noivado com casamento marcado para estudar na Itália, bolsista trabalhava na  YAB Disco Club Restaurant, famoso clube de Florença localizado bem no centro da cidade. Ele bolou o crime envolvendo um estranho, drogando-o e o conduzindo a um encontro com ela após o fechamento da boate. O Estranho, no caso Henrique Augusto, já estava no local arranjado, e Luiz Gustavo conseguiu convencer a moça a acompanha-lo ao final do expediente; não se sabe ao certo como ele conseguiu tal proeza, já que estavam separados há dois anos, mas, enfim, ele levou a ex-noiva ao quarto para transar com Henrique e depois a enforcou e a jogou ao rio. Henrique drogado nada sabia, nem mesmo que havia dormido com a moça, sendo ele a prova do crime com confirmação do ato sexual incriminador. Só que Luiz Gustavo não contava que Carolina na luta pela sobrevivência arrancara partículas de pele nas unhas, prova que o colocou como o principal suspeito. Como Luiz Gustavo reagiu à prisão e foi morto não poderemos esclarecer detalhes de como ele sozinho conseguiu fazer tudo aquilo.

... 

Depois de esclarecido o caso o famoso advogado pai de Henrique conseguiu trazê-lo de volta ao Brasil. Os amigos do jovem o receberam com grande festa para que ele se sentisse em casa depois de tremendo susto.

A vida de Henrique retornara quase à normalidade, se não fosse os sonhos!

...

As noites de Henrique tornaram-se terríveis, verdadeiros pesadelos! Ele sonhava com Firenze, a boate e Carolina! Há, Carolina, tão bela e com um final tão triste! E a lembrança da fatídica noite veio por completo e Henrique lembrou-se de quase todos os detalhes, até mesmo de como a jogou ao rio! O sonho meio acordado foi se desenrolando passo a passo e assim que o ex-noivo tentou enforca-la, mas não teve coragem, Henrique terminou o serviço e depois se livrou do corpo jogando-o ao rio.  Ele se viu transfigurado seu rosto e personalidade eram de um monstro!

Não bastasse essa moça Henrique Augusto também começou a lembrar-se de outras garotas, rostos apavorados apareciam e desapareciam de sua mente perturbada.

            Acordou assustado e rastejando ele amparou-se na parede do quarto para se levantar. Entrou no banheiro para lavar o rosto quando olhou-se no espelho. Por um momento, ele não reconheceu a imagem de si mesmo, de seu verdadeiro eu, de tantas lembranças malignas que vinham a tona perturbando-o e o deixando cada vez mais confuso de quem era ele realmente, o bem, ou o mal!


sábado, 14 de abril de 2018


SESI Santos recebe premiado espetáculo neste fim de semana
                                                                                       
Neste sábado (14), o SESI Santos recebe o espetáculo Estamira, da Momoenddas Produções Artísticas.
Em tom de ironia, a peça instiga o público a refletir sobre o descaso com que tratam pessoas às margens da sociedade.
Baseado em uma história real, Estamira venceu os prêmios Shell, APTR, APCA e Questão de Crítica.


Os ingressos gratuitos podem ser reservados pelo sistema Meu SESI, no site: www.sesisp.org.br/meu-sesi
O Teatro do SESI Santos fica na Av. Nossa Senhora de Fátima, 366, Jardim Santa Maria. Telefone: (13) 3209-8210

Para assistir ao espetáculo é necessário se inscrever gratuitamente no site:


sexta-feira, 13 de abril de 2018


Sexta-feira Treze: legal mesmo é respeitar os animais!

Bom dia amigos, excelente sexta-feira a todos nós!
E hoje é Sexta-feira Treze! Uau, que legal, não é? Roupas pretas, e todo o charme que a data confere. Tudo isso é muito legal, mas pra que colocar matança de animais no meio?
Abraços,
Míriam

Origens do mito da Sexta-feira Treze
As superstições acerca dos gatos nasceram desde cedo. Um dos primeiros povos a atribuir uma aura mística ao gato foram os egípcios que o idolatravam, tendo mesmo um Deus com a sua forma física, Bast. Em honra desta divindade, os egípcios mantinham gatos pretos em casa e davam-lhes honras reservadas a faraós, mumificando-os depois de mortos.
Mas foi na Idade Média que o gato viu a sua sorte mudar.
A Idade Média ficou marcada pela superstição, bruxaria e febre religiosa. O gato, como animal independente e solitário, captou a atenção tanto de pagãos como cristãos.


No paganismo, o gato representa sabedoria e proteção, mas na magia negra, o gato preto macho personifica o diabo. No tarot, no baralho de Rider Waite, a Rainha de Paus é representada com um gato preto aos seus pés, significando energia instintiva, mas domesticada.
O gato é um animal que caça durante a noite e na Idade Média acolhido por pessoas solitárias. Os olhos penetrantes que iluminam as noites contribuíram provavelmente para a catalogação do gato como espírito demoníaco. A cor preta era a cor das trevas e do mal, o que tornou os gatos desta pelagem os mais perseguidos pelos cristãos e inquisidores. A sua associação às práticas pagãs, apenas provocou um maior distanciamento entre os cristãos e o gato. O facto de o gato ser muitas vezes sacrificado em rituais pagãos tornou-o num símbolo a combater.
Outra história relatada conta que um agricultor cortou a orelha de um gato durante a noite. O homem acreditava que o gato estava assombrando a sua propriedade. No dia seguinte, o agricultor regressou ao local e encontrou parte da orelha de um humano. Na Alemanha, as histórias sobre a dualidade bruxa/gato preto são comuns. Uma mulher após ter sido acusada de bruxaria e condenada à fogueira, transformou-se em gato preto enquanto ardia. Foi assim que surgiu o mito de que as bruxas se transformam em gatos pretos durante a noite. É foi também desta forma que se encontrou justificação para perseguir estes animais.
Em paralelo com as lendas surgem também outros fatos históricos que na altura serviam de base de sustentação a muitas superstições. O Rei Carlos I de Inglaterra tinha um gato preto. O monarca acreditava que o seu gato lhe trazia sorte. Coincidência ou não, o gato morreu um dia antes de o Carlos I ter sido preso por Oliver Cromwell. O monarca foi acusado de traição e mais tarde decapitado.


Pela altura do Renascimento, a Igreja Católica tinha já abrandado a caça aos hereges. Esta foi uma boa notícia para o gato por duas razões: por um lado os cristãos tinham conseguido reduzir a prática do sacrifício de animais, e em particular dos gatos com pelagem preta e por outro, deixaram de ser perseguidos pelos próprios cristãos.

Superstições Comuns
Na Escócia – Um gato preto no alpendre traz prosperidade.
Na Itália – Ouvir um gato preto a espirrar traz boa sorte.
Se um gato preto se deita na cama de uma pessoa doente, significa que a morte dessa pessoa está perto.
Nos Estados Unidos – O gato preto que cruza o nosso caminho traz má sorte
Na Irlanda – O gato preto que cruza o caminho de alguém durante noites de luar, é prenúncio de epidemia.”

Fonte: Bicho de Rua